“Estamos fazendo 30 anos do trabalho de proteger todas as desovas. Esse ano, reparamos que as fêmeas são menores que as dos anos anteriores. Isso quer dizer que os jovens filhotes que protegemos lá atrás estão começando a voltar para as praias onde nasceram. Estamos recebendo a segunda geração”, disse o biólogo, coordenador nacional do Tamar, João Carlos Thomé, à BBC Brasil.

Depois de vencer desafios como o lixo jogado no mar e a pesca predatória, os biólogos consideravam bem sucedido o trabalho de conservação dos animais até aqui – esta temporada de reprodução teve o maior número de desovas em Linhares, segundo Thomé –, mas agora temem o impacto da lama no seu ciclo de vida.

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